7.11.26

FLICA em Cachoeira

 FLICA: Onde a literatura encontra a música, a fé e a ancestralidade, em Cachoeira

Entre os livros, os acordes da música, os cortejos populares e as manifestações religiosas, a FLICA 2026 transforma a cidade em um grande palco de encontros culturais, enquanto os festejos de Nossa Senhora d’Ajuda reafirmam a força de uma tradição que atravessa gerações

06/11/2026 18h51♥Apoie o 247

       

Crédito: Divulgação

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Cachoeira tem uma capacidade muito própria de reunir tempos, histórias e sentimentos. Em suas ruas, a literatura encontra a música, a arte dialoga com a fé e a ancestralidade permanece viva nas manifestações culturais que atravessam gerações. É nesse cenário de riqueza histórica e identidade cultural que a cidade recebe, de 5 a 8 de novembro, a 14ª Festa Literária Internacional de Cachoeira (FLICA), ao mesmo tempo em que celebra uma de suas mais antigas e significativas manifestações religiosas e populares: os festejos de Nossa Senhora d’Ajuda.

Mais do que uma coincidência de calendários, esse encontro representa uma oportunidade de compreender Cachoeira em sua essência. Uma cidade onde a cultura não está apenas nos livros, nos palcos ou nos espaços de exposição, mas também nas ruas, nos cortejos, nos cânticos, nas cores, nos gestos de fé e nos saberes transmitidos de geração em geração.

Durante quatro dias, a FLICA transforma Cachoeira em um grande espaço de circulação de ideias, manifestações artísticas e experiências culturais. Inspirada pelo tema “Como ser criativo com tanta IA por aí?”, a edição de 2026 propõe uma reflexão sobre a criatividade em tempos de inteligência artificial, reunindo escritores, artistas e personalidades nacionais e internacionais em debates, lançamentos de livros, sessões de autógrafos, saraus, contações de histórias, apresentações artísticas e teatrais, exposições e shows.

Mas a FLICA também ultrapassa as páginas dos livros e faz da cidade um grande palco a céu aberto. A música toma conta dos espaços culturais e das ruas, aproximando diferentes gerações e sonoridades, em uma programação que valoriza tanto artistas consagrados quanto os talentos que nascem e se desenvolvem no Recôncavo Baiano.

No Palco Ritmos, nomes como Jau, Sued Nunes, Mãeana e a orquestra afrolatina Skanibais representam a diversidade musical da programação. Já o Palco Raízes abre espaço para artistas, grupos e manifestações culturais da região, reafirmando a importância de reconhecer e valorizar quem constrói cotidianamente a identidade cultural do território.

Essa proposta encontra sentido nas palavras do curador artístico Linnoy Nonato, que destaca a importância de valorizar a criatividade que nasce das raízes culturais cachoeiranas, em contraponto aos padrões reproduzidos pela inteligência artificial. A intenção, segundo ele, é estabelecer uma conexão entre memória, ancestralidade, vanguardismo e poesia, respeitando aqueles que mantêm vivas expressões como o samba de roda e o samba de terreiro.

A programação musical começa na quinta-feira (5), às 21h, com a apresentação dos Skanibais. Na sexta-feira (6), no mesmo horário, o palco recebe Jau. No sábado (7), a noite será marcada pelo protagonismo feminino, com Sued Nunes, às 20h, seguida de Mãeana, às 22h. Nas três noites, a abertura fica por conta do cordelista Jonas Samaúma.

No Palco Raízes, a diversidade regional também ganha protagonismo. A programação reúne Projeto Passo a Passo, Fábio Aruga, Simplesmente Luís, Juninho Cachoeira, Estrelas Vulgares, Magno Mendes, Grupo Ex 13 – Dança de Rua, Samba de Roda Filhos da Barragem, Paco Duarte e Pagodde do Cleytinho, entre outros representantes da produção artística e cultural do Recôncavo.

No domingo (8), a programação se despede com o Bye Bye FLICA, um arrastão cultural que leva manifestações tradicionais pelas históricas ruas do centro de Cachoeira. Uma despedida que, simbolicamente, reafirma o espírito de uma festa construída a partir do encontro entre diferentes expressões culturais.

A fé e a ancestralidade que caminham pelas ruas

Com mais de 150 anos de história, os festejos de Nossa Senhora d’Ajuda são reconhecidos como Patrimônio Cultural Imaterial da Bahia desde 2017. Sua permanência ao longo do tempo revela a força de uma tradição que resiste, se renova e continua sendo parte fundamental da identidade do povo cachoeirano.

Nos dias 7 e 8 de novembro, as ruas recebem três manifestações que integram o calendário cultural da celebração: o Terno das Crianças, o Terno do Silêncio e a tradicional Lavagem das Baianas.

No sábado (7), às 15h, o Terno das Crianças sai do Largo da Ajuda. Pequenos foliões, vestidos com roupas coloridas, levam música, dança e alegria pelas ruas da cidade. É uma manifestação que simboliza a continuidade de uma tradição na qual as novas gerações assumem, desde cedo, o papel de guardiãs da memória cultural de Cachoeira.

À meia-noite, na passagem do sábado para o domingo, também no Largo da Ajuda, acontece o Terno do Silêncio, uma das manifestações mais simbólicas dos festejos. Seu caráter singular faz parte da riqueza de uma celebração que reúne diferentes formas de expressão da religiosidade e da cultura popular.

No domingo (8), às 10h, a cidade vive um de seus momentos mais representativos: a Lavagem das Baianas. O cortejo parte do Largo do Monte, nas proximidades da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, e percorre as ruas históricas de Cachoeira, reunindo baianas com seus trajes tradicionais, grupos culturais e devotos.

O percurso passa pela escadaria às margens do Rio Paraguaçu e segue até a Capela de Nossa Senhora d’Ajuda, onde acontece a tradicional lavagem com água de cheiro. Um ritual que reúne fé, ancestralidade e celebração das tradições afro-baianas, reafirmando a importância dessas manifestações na formação cultural do Recôncavo.

É uma experiência que vai além da contemplação. Para quem chega a Cachoeira em busca dos livros, da literatura e dos debates da FLICA, acompanhar esses cortejos significa conhecer outra dimensão da cidade: aquela que se expressa na memória de seu povo e na permanência de suas tradições.

Uma cidade, muitas formas de celebrar a cultura

É importante destacar que os festejos de Nossa Senhora d’Ajuda são realizados de forma independente da programação da FLICA. Embora algumas atividades aconteçam nos mesmos dias, são celebrações com organização e calendários próprios, que se encontram no espaço comum da cidade e enriquecem a experiência de quem visita Cachoeira.

A festa religiosa e popular começa no dia 1º de novembro, com o Bando Anunciador, e segue até o dia 15. Depois das manifestações que coincidem com a FLICA, a programação continua com o Terno dos Ciganos (10/11), o Terno das Cozinheiras (11/11), o Terno do Acarajé e Abará (12/11), o Embalo (13/11) e o Terno da Alvorada (15/11).

A programação religiosa acontece entre os dias 11 e 13 de novembro, com o Tríduo em Louvor a Nossa Senhora d’Ajuda, sempre às 19h. No dia 14, também às 19h, acontece a procissão e a missa.

Assim, durante o mês de novembro, Cachoeira reafirma sua vocação para o encontro entre diferentes expressões culturais. De um lado, a literatura e o pensamento contemporâneo; de outro, a música, a fé, os ritos e as manifestações populares que preservam a história e a identidade de seu povo.

Talvez esteja justamente aí uma das maiores riquezas de Cachoeira: compreender que a cultura não se constrói apenas olhando para o futuro, mas também reconhecendo, valorizando e protegendo aquilo que recebemos de nossos antepassados.

Em tempos de tantas transformações tecnológicas e de novas formas de produzir e compartilhar conhecimento, a FLICA propõe discutir os caminhos da criatividade. Nas ruas de Cachoeira, entretanto, as tradições também oferecem uma resposta: a criatividade de um povo que transforma sua história em celebração, mantém viva sua ancestralidade e faz da cultura uma expressão permanente de pertencimento.

Entre livros, acordes, cortejos, fé e tradição, Cachoeira não apenas recebe visitantes. Compartilha sua história, apresenta sua identidade e reafirma a força de um patrimônio cultural que pertence ao seu povo e à memória da Bahia.

Porque uma cidade que preserva suas raízes, valoriza seus artistas e compartilha sua história não apenas celebra a cultura: mantém viva a própria razão de sua existência. FLICA 2026.

Autor Fábio Costa Pinto

Jornalista e Sócio da Associação Brasileira de Imprensa – ABI. Filiado à FENAJ e ao Sinjorba. 48 artigos publicados

27.10.26

Chico e Marieta se emocionam

Chico e Marieta se emocionam com vitória de Lula e momento fraterno ganha as redes (vídeo)

Chico e Marieta têm uma trajetória marcada pela participação em movimentos culturais e políticos

Conteúdo postado por:Laís GouveiaLaís GouveiaPublicado em 26 de outubro de 2026 às 11:45♥Apoie o 247

Chico Buarque e Marieta Severo celebram com abraço a vitória de Lula

Chico Buarque e Marieta Severo celebram com abraço a vitória de LulaCrédito: Reprodução

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247 – O cantor e compositor Chico Buarque, de 82 anos, e a atriz Marieta Severo, de 79, protagonizaram um momento de emoção durante a comemoração da vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições, realizado neste domingo (25). Separados há três décadas, os artistas acompanharam juntos a apuração e trocaram um abraço após a confirmação da reeleição do petista, que derrotou o senador Flávio Bolsonaro (PL).

A celebração foi registrada em vídeo divulgado por Francisco Proner, enteado de Chico Buarque. As imagens mostram o ex-casal reunido com amigos e familiares, que reagiram ao resultado eleitoral com gritos, abraços e pulos de alegria.

Na gravação, Marieta também aparece pulando para comemorar o resultado. O reencontro chamou a atenção pela relação de longa data entre os dois artistas, que foram casados por aproximadamente 30 anos e mantiveram vínculos familiares após a separação, em 1996.

Chico e Marieta têm uma trajetória marcada pela participação em movimentos culturais e políticos. Durante a ditadura militar brasileira, entre 1964 e 1985, ambos se destacaram pela oposição ao regime e enfrentaram a repressão imposta à produção artística.

O compositor teve diversas músicas censuradas e passou um período na Itália durante os anos de maior repressão. Marieta também construiu uma carreira associada à defesa da liberdade de expressão e à participação em manifestações democráticas.

O apoio dos dois a Lula não se limitou à comemoração do resultado eleitoral. Durante a campanha presidencial de 2026, Chico participou de manifestações públicas no Rio de Janeiro em favor da reeleição do petista.

Marieta, por sua vez, esteve entre as convidadas de uma transmissão ao vivo organizada pelo deputado federal André Janones (Rede) na quinta-feira (22). Durante a atividade, a atriz conversou diretamente com Lula, em uma mobilização digital realizada nos últimos dias da campanha.

 


Brasileira enquadra E Bolsonaro nos EUA

 Brasileira enquadra Eduardo Bolsonaro nos EUA e vídeo viraliza: “fugitivo”

A turismóloga relatou que o confronto aconteceu durante a manhã e que, após a troca de provocações, retornou ao grupo de brasileiros que participava da mobilização em apoio a Lula

Conteúdo postado por:Laís GouveiaLaís GouveiaPublicado em 27 de outubro de 2026 às 07:14♥Apoie o 247

Eduardo Bolsonaro - entrevista Louder with Crowder - EUA

Eduardo Bolsonaro durante entrevista a podcast estadunidense de extrema direitaCrédito: Reprodução/YouTube/ Louder with Crowder

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247 – A turismóloga pernambucana Maria Eugênia Carvalho, de 61 anos, confrontou o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) durante a votação do segundo turno das eleições presidenciais, no domingo (25), em Miami, nos Estados Unidos. Ao encontrar o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro em uma seção eleitoral, a brasileira gritou “Eduardo fugitivo” e “volta para o Brasil”. A discussão foi registrada em vídeo e ganhou repercussão nas redes sociais.

O episódio ocorreu no Miami Dade College, na Flórida, onde Eduardo Bolsonaro acompanhava um grupo de apoiadores. Maria Eugênia participava de uma mobilização em defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito com 64.256.232 votos, equivalentes a 51,79% dos votos válidos, contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), irmão de Eduardo.

POPTime no X: “Meu deus a diva em Miami toda de vermelho e indo peitar o golpista do Eduardo Bolsonaro, essa é mulher mesmo! ❤️https://t.co/0SNShLc2Az” / X

A brasileira, que vive nos Estados Unidos há oito anos com o marido, um jornalista, relatou que já havia votado quando encontrou o ex-parlamentar. Ela permaneceu nas proximidades da seção eleitoral para acompanhar e oferecer apoio a outros brasileiros que preferiam não comparecer sozinhos ao local de votação.

Em entrevista ao g1, Maria Eugênia afirmou que estava mobilizada politicamente desde a véspera da eleição e decidiu abordar Eduardo ao ouvi-lo fazer acusações contra Lula.

“Eu não dormi do sábado para o domingo com medo. Estava na mobilização incrível com o ‘Exército de Lula’, comandado por Janones, estava muito instigada, com adrenalina danada, e, quando eu vi aquele cara, na minha frente, de frente para um fugitivo, chamando Lula de ladrão, eu disse: ‘ah, não, eu vou lá’”, contou.

Nas imagens divulgadas na internet, a pernambucana aparece caminhando em direção ao grupo do ex-deputado e cobrando seu retorno ao Brasil. A manifestação provocou reações de eleitores presentes, incluindo apoiadores da família Bolsonaro, que responderam aos gritos e também pediram que ela voltasse ao país.

Segundo Maria Eugênia, Eduardo reagiu à abordagem com gestos que ela interpretou como provocação. “Ele fez coraçãozinho pra mim. Aquela arrogância”, disse.

Eduardo Bolsonaro foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão

O confronto ocorreu em meio à situação judicial do ex-parlamentar, que vive nos Estados Unidos desde o início de 2025. Eduardo Bolsonaro teve o mandato de deputado federal cassado por excesso de faltas e, em junho de 2026, foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão por coação no processo relacionado à tentativa de golpe de Estado que resultou na condenação de Jair Bolsonaro.

A situação judicial do ex-deputado foi o principal motivo das cobranças feitas pela pernambucana durante o encontro. Ao chamá-lo de “fugitivo”, Maria Eugênia fez referência à permanência de Eduardo em território norte-americano.

O episódio ocorreu dois dias antes da publicação da entrevista, em um ambiente marcado pela mobilização de eleitores brasileiros que compareceram às urnas para escolher o presidente da República.

Pernambucana diz que não teve medo de confronto físico

Apesar da discussão e das reações contrárias de apoiadores do ex-deputado, Maria Eugênia afirmou que não temeu sofrer agressões. Ela atribuiu essa sensação à presença de policiais nas proximidades do local de votação.

“O policiamento é muito grande. Tanto que, no vídeo, você vê o policial olhando, mas eles não podem tocar em mim. Diferente do Brasil, que tem uma agressão física, aqui ninguém pode tocar em você. Então, assim, eu estava muito tranquila”, disse.

A turismóloga relatou que o confronto aconteceu durante a manhã e que, após a troca de provocações, retornou ao grupo de brasileiros que participava da mobilização em apoio a Lula.

De acordo com Maria Eugênia, os responsáveis pela organização da votação orientaram os participantes a se afastarem da área localizada sob o prédio onde funcionava a seção eleitoral. A recomendação foi que permanecessem no estacionamento, com o objetivo de evitar novos desentendimentos.

A gravação do episódio passou a circular nas redes sociais em meio à repercussão da vitória de Lula no segundo turno, realizado em 25 de outubro. O presidente foi reeleito com 51,79% dos votos válidos, derrotando Flávio Bolsonaro, candidato do PL.

 

25.10.26

Lula vence nas urnas

 Lula vence nas urnas e é reeleito presidente do Brasil

Publicado por Augusto de Sousa

-Atualizado em 25 de outubro de 2026 às 21:06

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Lula com eleitores. Foto: reprodução

Com 93,82% das urnas apuradas, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito presidente do Brasil neste domingo (25), com 51,7% dos votos válidos, contra 48,3% de Flávio Bolsonaro (PL). A vitória garante ao petista mais quatro anos no Palácio do Planalto e um quarto mandato presidencial — depois dos dois governos entre 2003 e 2010 e do mandato iniciado em 2023.

Lula chegou ao segundo turno após ficar atrás de Flávio na primeira votação, quando o senador obteve 47,03%, contra 45,16% do presidente.

Eleitores do presidente chegaram à Avenida Paulista, em São Paulo, onde o petista comemorou a vitória no pleito de 2022 e pretende repetir o ato neste domingo (26). A movimentação começou logo após às 19h, quando as urnas foram fechadas por determinação do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), considerando as violações ao direito de voto em diversas cidades brasileiras.

Ao mesmo tempo, a Polícia Militar de São Paulo e Guarda Civil Metropolitana da capital, a mando do prefeito bolsonarista Ricardo Nunes (MDB), já iniciaram uma grande operação de segurança, isolando algumas áreas com apoio da cavalaria da Tropa de Choque, escudos e armas de bala de borracha.

A concentração de petistas acontece em frente ao Museu de Arte de São Paulo (MASP), fechando as faixas da avenida sentido Consolação.

AGORA: Av Paulista está repleta de policiais.

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21.10.26

Mãe de Luciano Huck voto em Lula

 vvMãe de Luciano Huck declara voto em Lula e diz que Flávio Bolsonaro “significa retrocesso”

Marta Dora Grostein expõe ameaças ao filho Fernando, que é homossexual, e critica o clã Bolsonaro

Conteúdo postado por:Guilherme LevoratoGuilherme LevoratoPublicado em 21 de outubro de 2026 às 06:30♥Apoie o 247

Lula e Marta Dora GrosteinCrédito: Ricardo Stuckert | Reprodução/Instagram/@grosteinandrade

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247 – Diante das perseguições e das graves intimidações enfrentadas por seu filho caçula, o cineasta Fernando Grostein, de 45 anos, a arquiteta, urbanista e docente universitária Marta Dora Grostein publicou um depoimento de forte apelo emocional. No vídeo, a mãe do apresentador Luciano Huck, da TV Globo, contextualizou os ataques homofóbicos sofridos por Fernando, que culminaram na decisão do profissional de buscar refúgio no exterior em 2019, após sucessivas hostilidades iniciadas durante o pleito de 2018.

A manifestação da professora destacou a urgência do acolhimento materno a pessoas LGBTQIA+, ao relatar a gravidade do cenário hostil vivenciado pela família. “Ter medo de morrer por simplesmente ser quem você é foi uma das razões que levaram meu filho, Fernando, que é gay, a sair do Brasil há sete anos”, desabafou Marta.

As mensagens intimidatórias direcionadas à família continham ameaças diretas de morte e violência extrema. “Ele recebeu ameaças à sua vida, inclusive dizendo que o corpo dele seria entregue num caixão fechado”, revelou a docente, ao expor o teor do assédio psicológico efetuado contra o cineasta.

Diante desse panorama de violência, a urbanista aproveitou a gravação para transmitir uma mensagem de solidariedade e conscientização a outras famílias. “Eu gostaria que todas as mães que estivessem em situações semelhantes à minha tivessem essa oportunidade de conversar com seus filhos, ouvir a verdade deles e se deixar emprenhar dela para poder crescer juntos”.

O aspecto político da conjuntura nacional foi abordado no depoimento de Marta, que apontou o período sob a liderança do clã Bolsonaro como uma ruína nas conquistas sociais e civilizatórias do país. Ao manifestar sua escolha para o comando do Poder Executivo, a professora afirmou: “diante do momento atual, eu voto Lula. A gestão do filho do Bolsonaro significa um retrocesso nas políticas que avançaram tanto, principalmente as políticas sociais e culturais das gestões passadas e atuais do presidente Lula”.

A declaração repercutiu diretamente na conta do candidato do PT à reeleição, que fez questão de interagir na publicação original do Instagram. “Nenhuma mãe deveria viver com medo de perder um filho para o preconceito. Seu depoimento, Marta, nos lembra que toda pessoa merece viver com liberdade, respeito e amor. Essa luta também é nossa”, manifestou o presidente Lula em apoio à arquiteta.

A escalada de agressões ao cineasta intensificou-se no momento em que ele passou a utilizar suas redes para rebatê-las e tecer críticas abertas a Jair Bolsonaro (PL) durante as eleições de 2018. Temendo por sua integridade física, Fernando radicou-se em Los Angeles, nos Estados Unidos, onde vive com seu marido, o ator, músico e cineasta Fernando Siqueira, com quem oficializou união em 2016.

O cineasta é fruto do casamento de Marta com o jornalista Mário Escobar de Andrade, falecido em 1991. Fernando é meio-irmão do comunicador da TV Globo por parte de mãe, visto que Luciano Huck é filho da professora com o jurista e acadêmico Hermes Marcelo Huck.

19.10.26

Expulsos da vida pública

 Chico Buarque: “Os Bolsonaros têm que ser expulsos da vida pública”

Chico Buarque reforça apoio à reeleição do presidente LulaConteúdo postado por:Leonardo SobreiraLeonardo SobreiraPublicado em 19 de outubro de 2026 às 16:11♥Apoie o 247

Chico Buarque

Chico Buarque Crédito: Ricardo Stuckert

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247 – O cantor e compositor Chico Buarque analisou o cenário político nacional e reafirmou seu apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em entrevista à emissora teleSUR, o artista expressou otimismo nesta reta final do segundo turno contra o candidato Flávio Bolsonaro (PL) e declarou que o adversário representaria um risco para a soberania e a segurança pública do país.

Chico Buarque também enfatizou a importância de ampliar o diálogo com o segmento evangélico e de evitar a imposição de rótulos, destacando a existência de alas progressistas dentro desse grupo religioso. O músico fez menção ao encontro esportivo que compartilhou com os evangélicos e movimentos sociais.

“Estou otimista. Parece que algumas pessoas demoraram para compreender que o risco desse adversário nosso é concreto e muito grande. É uma ameaça a nossa soberania, sem falar de todos os descalabros que a gente já conhece, inclusive nessa zona onde a milícia atua fortemente. Tem que expulsar essa gente da política, tem que expulsar da vida pública esses Bolsonaros. Vamos lá, vamos acreditar. Estou confiante de que o Lula vai dar mais uma alegria para nós. “Mais uma”, disse Chico Buarque.

“É uma prioridade. Talvez o pessoal da campanha do Lula tenha chegado um pouco tarde nisso. Os evangélicos não podem ser compartimentados nessa ou naquela posição. Muitos evangélicos são progressistas, tanto que eles vieram aqui e vão perder para nós no futebol. Ficamos alegres de derrotá-los no futebol e apoiá-los na nossa luta contra o fascismo”, acrescentou Chico Buarque.

 

3.10.26

A Paulista não é da direita

                 O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante ato de campanha em São Paulo: o evento "Lula em São Paulo: O Brasil Pronto Pra Mais", realizado na Avenida Paulista, São Paulo - SP

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante ato de campanha em São Paulo: o evento "Lula em São Paulo: O Brasil Pronto Pra Mais", realizado na Avenida Paulista, São Paulo – SPCrédito: Ricardo Stuckert

“A Paulista não é da direita, é do povo”, diz Lula em caminhada com Haddad em SP

Na véspera da votação, o presidente também pediu que militantes e apoiadores continuassem buscando votos até este domingo

Conteúdo postado por:Laís GouveiaLaís GouveiaPublicado em 3 de outubro de 2026 às 15:36♥Apoie o 247

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247 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste sábado (3), durante seu último ato de campanha em São Paulo antes do primeiro turno, que a Avenida Paulista, lugar icônico das grandes manifestações políticas, Paulista não é da direita, é do povo

O presidente estava acompanhado por aliados como Fernando Haddad, Marina Silva e Simone Tebet, além de uma multidão que lotou o local aos gritos de “democracia”.

“Vamos às urnas amanhã [domingo] com muita tranquilidade sabendo o que está em jogo. De um lado a democracia e a soberania, do outro lado a barbárie e a corrupção. Do outro lado nós estamos trabalhando com um chefe de quadrilha. Estamos trabalhando contra crime organizado. Por isso, nós vamos precisar da força de vocês”, afirmou Lula.

Na véspera da votação, o presidente também pediu que militantes e apoiadores continuassem buscando votos até este domingo (4).

“A partir dessa passeata ninguém descansa. É preciso conversar com as pessoas na rua, no bar, na igreja, no comércio para que a gente convença todo mundo a ir votar”, disse.

Ao longo do discurso, Lula voltou a apresentar a eleição como uma disputa entre projetos políticos opostos. O presidente associou seu campo à defesa da democracia e de direitos sociais e classificou o campo adversário como ligado à “barbárie”.

“De um lado está a democracia, aqueles que defendem os direitos humanos, educação, ciência e tecnologia, cidadania, e do outro lado está a barbárie”, declarou.

Lula também mencionou as investigações envolvendo irregularidades na Previdência Social e citou o banqueiro Daniel Vorcaro.

“Essa é a caminhada que prendeu a quadrilha da Previdência Social criada pelo Bolsonaro, que tornou o banqueiro prisioneiro, o [Daniel] Vorcaro. E eles estão com muito medo porque a cada dia aparece coisa nova”, afirmou.

Durante o ato deste sábado, Lula também afirmou que pretende promover uma “revolução educacional e tecnológica” caso seja reeleito.

Ao convocar eleitores para participar da votação, o presidente fez um apelo específico aos mais velhos e citou a própria idade.

“Precisamos convencer as pessoas de 70 anos que eles precisam votar pelos seus filhos, seus netos e seus bisnetos. Ninguém pode se considerar incapaz com 70 anos. Eu tenho 80 e me sinto um menino de 15”, declarou.

Lula afirmou ainda esperar uma vitória no primeiro turno e pediu que apoiadores retornem à Avenida Paulista após o encerramento da votação.

Outro tema abordado no discurso foi o uso de cartões de crédito. O presidente voltou a criticar o envio de cartões por instituições financeiras sem solicitação dos clientes, após declarações anteriores sobre o tema gerarem reação da oposição.

Na sexta-feira (2), Lula havia escrito nas redes sociais: “Claro que sei da importância do crédito para a vida das famílias. Cada cidadão tem o direito de ter quantos cartões de crédito quiser”.

Na mesma publicação, acrescentou: “O que não aceito é que bancos enviem para a casa das pessoas sem que elas tenham solicitado. Vamos acabar com essa prática e com os juros abusivos no Brasil.”

Neste sábado, o presidente afirmou que suas declarações haviam sido distorcidas.

“O que eu acho é que o cartão de crédito tem que ser distribuído com seriedade para quem pedir cartão de crédito. Quem quiser cartão de crédito que peça para o banco. O banco não pode ficar mandando para a casa das pessoas sem as pessoas pedirem”, disse.

Lula voltou a criticar os juros cobrados no cartão e defendeu mudanças na relação entre instituições financeiras e consumidores.

“Cartão de crédito é responsabilidade. Primeiro porque o juros do cartão de crédito é uma roubalheira. Por isso, no quarto mandato vamos moralizar essa coisa do crédito Brasil. O sistema financeiro quer ganhar dinheiro, ganhe dinheiro investindo na produção e não extorquindo o povo brasileiro com taxa de juros impagáveis.”

Ataques a símbolos religiosos

 Ataques a símbolos religiosos reacendem debate sobre intolerância

No primeiro semestre, foram registradas mais de 1,2 mil denúncias

Conteúdo postado por:Redação Brasil 247Redação Brasil 247Publicado em 3 de outubro de 2026 às 08:18♥Apoie o 247

Crédito: ABr

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Eliane Gonçalves – Repórter da Radioagência Nacional – “Se reabrir, todos morrem”. Era assim que começava o cartaz colado em uma loja de artigos religiosos católicos no centro de Fortaleza na noite em que o lugar foi alvo de um atentado com coquetel molotov. O ataque aconteceu na madrugada de 9 de setembro. Naquela mesma noite, outros dois estabelecimentos católicos e um da umbanda também tiveram as fachadas incendiadas na capital cearense. 

Os atentados estão sendo investigados pela Polícia Civil, mas no dia seguinte, o Padre Josileudo Queiroz, da Igreja de São José Operário de Caucaia, na região metropolitana de Fortaleza, usou as redes sociais para classificar o que aconteceu.

“Nós vivemos num país onde devemos entender que o país é laico, ou seja, não tem uma religião oficial. Não é ateu, porque há muitas religiões, há muitas expressões de fé. Isso que aconteceu aqui em Fortaleza e que acontece no Brasil afora se chama crime de intolerância religiosa”.

Os ataques em Fortaleza estão longe de serem os únicos contra símbolos católicos. Um dia antes do ataque no Ceará, em Londrina (PR), a cabeça de uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, que ficava em frente a uma loja de artigos religiosos, foi arrancada. Dois dias depois, em Salvador, o alvo foi a imagem de Nossa Senhora das Graças que foi quebrada. No dia 22, também em Salvador, a imagem da primeira santa brasileira, a Santa Dulce dos Pobres, foi destruída.

Na última quarta-feira (30), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal (PF) investigue uma aparente disseminação de ataques a imagens religiosas católicas pelo país. 

Todos os casos de intolerância ocorreram antes da discussão sobre o título de padroeira do Brasil a Nossa Senhora Aparecida entrar na disputa eleitoral. 

Denúncias de intolerância religiosa

Segundo os dados do Disque 100, só no primeiro semestre de 2026, entre janeiro e junho, foram registradas 1.252 denúncias com pelo menos uma violação relacionada à liberdade de crença ou intolerância religiosa. 

Os católicos não são os principais alvos.

Os praticantes do candomblé e da umbanda são historicamente as principais vítimas da intolerância religiosa, segundo o censo do IBGE, apesar de representarem cerca de 1% da população brasileira.  Entre janeiro e junho deste ano, foram registradas 270 denúncias, um aumento de mais de 40% comparado com o mesmo período de 2025, quando foram 192 notificações.

Entre os católicos, as denúncias também cresceram no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado. Os registros passaram de 15 para 34, crescimento superior a 100%. 

Durante a Semana Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, que ocorreu em janeiro no Rio de Janeiro, o secretário-geral da ACT Alliance (Action by Churches Together), Rudelmar Faria, disse que a exclusão pela religião tem sido uma estratégia política não só no Brasil.

“Nós estamos num momento global em que a religião é instrumentalizada para excluir, porque as religiões hoje, esse movimento da confluência de fundamentalismos, buscam justamente excluir grupos. E são grupos que não são cristãos, brancos, ricos e mais do que a sua própria igreja financeiramente, apoiar um grupo de políticos que tem o poder para tomar decisões e criar leis que são excludentes”, afirmou, citando que os mais afetados são mulheres, população LGBTI+, povos indígenas e jovens negros de baixa renda.

“É o que existe não só aqui no Brasil, na América Latina, na América Central”, acrescentou. A ACT Alliance é uma coligação mundial de igrejas e organizações baseadas na fé que atua em 140 países.

Na última semana, a campanha eleitoral no Brasil foi tomada por postagens envolvendo Nossa Senhora Aparecida. A polêmica teve início quando viralizaram nas redes sociais postagens que atribuíam ao candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) a intenção de retirar de Nossa Senhora o título de padroeira do Brasil. O candidato recorreu à Justiça Eleitoral e ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que as mensagens fossem retiradas do ar, o que levou a uma série de decisões judiciais dos ministros que determinavam, em um momento, a retirada dos posts e, em outro, a liberação das mensagens. As justificativas eram disseminação de notícia falsa sobre o candidato e a preservação do direito à liberdade de expressão, respectivamente. 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria de votos para manter as postagens fora do ar. 

Punição

O defensor público do Ceará, Igor Barreto, explica qual a punição prevista para quem comete crime de intolerância religiosa. 

“O mais importante seja ressaltar o fato de que esses crimes são todos insuscitíveis de fiança, de indulto, são crimes imprescritíveis, eles podem ser processados a qualquer momento”.

No Brasil, a pena para o crime de intolerância religiosa (prática, indução, incitação) varia de um a 5 anos de reclusão e multa. 

 

28.9.26

Lula vitória em primeiro turno

 Lula cresce na pesquisa BTG/Nexus e se aproxima da vitória em primeiro turno

No cenário espontâneo, Lula já tem 47,7% dos votos válidos

Conteúdo postado por:Redação Brasil 247Redação Brasil 247Publicado em 28 de setembro de 2026 às 05:36♥Apoie o 247

Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro

Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio BolsonaroCrédito: Ricardo Stuckert | Vittor Sales

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247 – O presidente Lula (PT) avançou na mais recente pesquisa BTG/Nexus sobre a disputa pela Presidência da República e chegou a 47,7% dos votos válidos no cenário espontâneo, aproximando-se da marca necessária para uma vitória ainda no primeiro turno. O levantamento foi realizado entre os dias 25 e 27 de setembro de 2026, em todo o país.

Nos votos totais da pesquisa espontânea, Lula aparece com 41%, crescimento de um ponto percentual em relação ao levantamento anterior, realizado entre 18 e 20 de setembro. Flávio Bolsonaro (PL) também oscilou um ponto para cima e chegou a 35%. A diferença entre os dois é de seis pontos percentuais.

Quando são considerados apenas os votos válidos — excluindo brancos, nulos e indecisos —, Lula alcança 47,7%, alta de 1,7 ponto em relação à rodada anterior. Flávio Bolsonaro registra 40,7%, avanço de 1,6 ponto. A distância entre os dois chega, portanto, a sete pontos percentuais.

Renan Santos (Missão) aparece em terceiro lugar no cenário espontâneo, com 4% dos votos totais, um ponto acima da pesquisa anterior. Augusto Cury (Avante) tem 3%, após recuar um ponto, enquanto Ronaldo Caiado (PSD) registra 2%, também com queda de um ponto. Outros candidatos somam 1%, e Romeu Zema (Novo) aparece com 0%. Brancos e nulos representam 5%, enquanto 9% não souberam ou não responderam.

Entre os votos válidos, Renan Santos alcança 4,7%, Augusto Cury tem 3,5%, Ronaldo Caiado registra 2,3% e outros candidatos somam 1,2%.

Lula também avança no cenário estimulado

O movimento de crescimento do presidente também aparece no cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados. Lula chega a 42%, dois pontos acima da rodada anterior, enquanto Flávio Bolsonaro permanece estável em 37%. A vantagem do presidente passa, assim, a cinco pontos percentuais.

Augusto Cury e Ronaldo Caiado aparecem empatados com 5%. Cury recuou um ponto, enquanto Caiado permaneceu estável. Renan Santos avançou um ponto e chegou a 4%. Romeu Zema e Samara Martins (UP) registram 1% cada. Outros 3% afirmam que votariam branco ou nulo, e 2% não souberam ou não responderam.

Os resultados mostram avanço de Lula nos dois recortes divulgados. No espontâneo, além de atingir 41% dos votos totais, o presidente chega a 47,7% dos votos válidos. No estimulado, sobe dois pontos, enquanto Flávio Bolsonaro permanece no mesmo patamar da rodada anterior.

A pesquisa BTG/Nexus tem abrangência nacional e foi realizada entre 25 e 27 de setembro de 2026. Nos dados disponibilizados ao 247, não foram informados o tamanho da amostra, a margem de erro, o nível de confiança, o contratante e o número de registro do levantamento na Justiça Eleitoral.