VENTURA PICASSO
Após Mohamed
El-Erian, jogar em nosso meio, a expressão “Novo Normal”, ignorou a realidade
política brasileira, que além da Covid-19, nós brasileiros, somos vítimas de
‘Fack Newes’, mentiras em notícia falsa, que interferiram no resultado do
pleito em que Bolsonaro se fez presidente.
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65 mil mortos pela Covid-19 |
No 4 de
julho americano, Bolsonaro festeja, alegremente e sem máscara, a morte de 65
mil brasileiros. Disputam o primeiro lugar genocida, Bolsonaro com Trump.
Faltava um
na fauna palaciana animada por Bozo. Não sei qual traje ficaria melhor em
Decotelli: Sabonete ou vaselina.
Sorridente
em campo, Alberto Decotelli, jogou 15 minutos do primeiro tempo, foi expulso. Ainda
na beira do gramado, foi entrevistado por uma legião de jornalistas curiosos.
Para cada
pergunta, o “ex-ministro” sem ‘A' educação, romântico e liso que só ele, recitava
a mesma resposta.
Fluente em
suas desculpas, enchendo de palhas os escribas, afirmando competência para
exercer o cargo, alegando que as denúncias sofridas são meros detalhes e
dizendo: “não interfere no que sei fazer de melhor” .
̶ A melhor mentira?
‘Ao terminar
a resposta, ninguém lembrava qual a pergunta’.
No carnaval
de 2021, certamente estará em Olinda, de morro abaixo no bloco do Bacalhau do
Batata. O bloco não é de Decotelli, é do Batata, mas o doutor joga pesado...
Mas não foi
só – apareceu na fila de suspeitos, Renato Feder para ocupar a vaga deixada por
Abraham Weintraub, o treme terra que não poupa pastelaria chinesa; Pastel de
flango, né?
Não foi vergonha, mas o presidente Fack Newes,
livrou-se do inimigo do STF, despachando-o em voô secreto para os states.
Juscelino
Kubitschek, voava dia e noite, colaborou com a poupança bancária de Juca
Chaves. Havia alegria nas críticas dirigidas aquele que seria o Presidente
“Bossa Nova”.
Que diferença! Fack
Newes com Bossa Nova...
Não foi
fácil assumir a presidência. Os gorilas nos quartéis de plantão prontos para
tomar de JK, o que por direito lhe pertencia. O general Teixeira Lott, colocou
as tropas nas ruas, para garantir a posse.
Já não fazem
generais como antigamente; era proibido proibir!
Não havia
militância fascista assumida, só enrustida. A rua Augusta, no trecho entre a
av. Paulista e av. Brasil, no fim do expediente as sextas e sábados, a galera
fazia o trottoir, admirando os ‘carrões’ da época. Estacionavam
em qualquer lugar. Nada era proibido, Juca e seu Jaguar vermelho conversível,
esquentado e descalço, um arraso.
A Paulista é arena de duelos e
conflitos. Os fascistas, hoje com RG e CPF, a querem só para eles. Tem que ser
macho para marchar no pedaço. ‘Sara Winter’, maquiada e com linda tornoseleira,
quer dinheiro para destruir o Supremo: sem dinheiro não se faz guerra, uai!
Brian Mier (247), abriu a caixa de
ferramentas, com gatos e lagartos, sobre a parceria do PSDB com o Departamento
de Justiça norte-americano, ao sustentar a Lava Jato, destruindo a imagem do
Brasil e dos brasileiros.
As torcidas organizadas, entre
elas, a do Corinthians e do São Paulo, aos gritos de “Fora Bolsonaro”,
enfrentam a bem equipada Polícia Militar do J. Dória (PSDB) – na sacola a
tiracolo, há fartura de bombas de efeito moral, sprays de pimenta e bala de
borracha ̶ pimenta com borracha nos olhos, é receita
nazista, a cegueira.
Nem tudo está perdido: dois fatos “Novos
Normais”, tiram o sono da elite muquirana.
a) Breque dos Apps - A greve nacional
dos entregadores de aplicativos sem direitos, sem salários, sem máscaras, sem gel
e sem nada. A louca correria de moto ou bicicleta, contra a fome.
b) No TSE (Tribunal Superior
Eleitoral), o debate provocado pelo ministro Edson Fachin, sobre o abuso de
poder religioso, sem dúvidas, é o “Novo Normal”.
Nesse caso, o buraco é mais
embaixo, o conchavo com porta trancada. Os supostos religiosos, os legítimos pastores
e padres, todos juntos no elevador para subir, estão vendendo apoio ao fascismo
com garantia de resultados.
Em “Novo Normal, no 4 de julho americano, Bolsonaro
festeja, alegremente e sem máscara, a morte de 65 mil brasileiros.
Jair Messias,
inescrupuloso não se deu conta da realidade. Até aqui vive um sonho infinito de
poder, mas o mundo não tem dono.
Deixa estar jacaré,
quando a lagoa secar...
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